sexta-feira, 25 de junho de 2010

Porque a taça do mundo é nossa!


Assistir a copa do mundo fora do seu país nos dá um orgulho ainda maior. Vestir a camisa do Brasil então é pedir pra ser admirado.  Com exeção de alguns olhares preconceituosos (afinal, para uma parcela da sociedade britânica ainda somos macacos) a nossa bandeira é, em geral, sinal de vitória. Se não reconhecemos isto em outras circunstâncias, que seja em campo então.

Quem estiver pela inglaterra durante esta copa pode ver que, embora a comemoração não seja nem 20% do que é no Brasil, a ansiedade para os jogos e a conversa fiada sobre o desempenho dos jogadores também acontece por aqui. Além do mais, se você, como eu, não está satisfeito com o que a seleção brasileira vem realizando poderá se divertir com a situação da equipe inglesa.

Não se pode prever nada, mas já que a tradição do embate entre Inglaterra e Alemanha prossegue em 2010, é possível dizer que no próximo domingo, após o encontro das duas, as ruas britânicas estarão lotadas e o ar 'alcoólico sem limite' fará referência ao típico estilo de comemoração ou decepção inglês (o que dá no mesmo).

Seria ridículo escrever esse post crítico sobre a rapaziada de cá, sem falar do jogo de hoje entre Brasil e Portugal: uma verdadeira perda de tempo! Ora, se isso já não é justo com os canarinhos que estão no Brasil, quiçá com os desgarrados. Os países considerados irmãos passaram os dois tempos alternando em faltas, jogo aéreo e passes errados para o gol, protagonizando mais um jogo chato dessa copa que está precisando mesmo de sal. 

Mas não há de ser nada... Quem foi que disse que 'a taça do mundo é nossa'? Peço desculpas pela falta da memória, mas..'Com brasileiro, não há quem possa'!

domingo, 20 de junho de 2010

Confesso

O que uma jornalista brasileira tentando aprender inglês pode fazer na Inglaterra?

Além dos trabalhos de freelancer na área e posteriormente traduções, os coleguinhas podem encarar o momento como uma oportunidade única de desempenhar funções que, no Brasil, raramente pensariam em desempenhar, tais como garçom ou garçonete, lixeiro ou faxineira. São trabalhos bem remunerados e podem contribuir para os dias de turista no exterior.

Se mudar é algo difícil mudar-se é ainda mais árduo, se é que me fiz entender. Viver fora do seu país é, entre outras coisas, uma chance de transformar seus preconceitos em  esquecimentos e a verdade em pura relatividade. Sim, as dificuldades são muitas, mas também as  novidades e o novo, ainda que assuste, oferece inúmeras vantagens.

Trabalhando como caixa de supermercado e cleanner eu posso dizer que o meu inglês agradece, mas a saudade de desempenhar uma função na minha área é tão forte que findou com as que tinha quando estava no meu país acerca de enfrentar o competitivo mercado da comunicação.
Contudo, se optar em não trabalhar o então jornalista terá muito tempo para passeios culturais e turísticos, o que não acontece com aqueles que precisam  sustentar a empreitada de estudar no exterior. Mas o que não faltam são estudantes  livres, ou melhor, soltos por aí, adotando a rotina brtânica, pulando de café para pub´s.
Confesso: esse blog é uma forma de manter o contato com a escrita (em português). Ainda que saiba que o foco agora é a língua inglesa, me permito suprir essa necessidade humana de garantir que as raízes estejam firmes, enquanto as folhas enfrentam os dias de sol e de chuva na superfície.
Um parágrafo póético demais e nada jornalístico esse aí de cima, mas ainda assim comunicação, ainda assim escrita: coisas que me levaram até a escolha da minha profissão.

quarta-feira, 16 de junho de 2010

Inovar é preciso!

Quando se planeja ir para a Inglaterra o primeiro distino em mente é Londres: a capital chama atenção mesmo, posto que a maioria dos pontos turísticos estão cercados de atrações modernas e bem organizadas. Mas para aqueles que viajaram um bocado para chegar aqui e preferem um local mais calmo, não faltarão opções também.
 Ao invés de visitar o Shakespeares Globe (http://www.shakespeares-globe.org/) por exemplo, por quê não conhecer a cidade em que nasceu William? (http://www.stratford-upon-avon.co.uk/)? A 170 quilômetros ao noroeste de Londres, Stratford  recebe muitos turistas, já que foi onde nasceu 'o cara', mas ainda assim é uma ótima pedida para os que desejam fugir do roteiro tradicional.
 Como Stratford existem várias outras regiões interessantes para conhecer, entre elas Lancing, Arundel, Leeds, Bournemouth, Chichester e Portsmouth, (que, 'by the way' é uma boa opção para aqueles que desejam fazer compras, mas não suportam o caos da Oxford Street). O traslado para esses locais  pode ser feito de ônibus ou trem e a vista, em geral é muito agradável, já que mostra o percurso para outras tantas cidadezinhas interessantes por aqui.
Paulistas e paulistanos que viviam em Sampa podem matar a saudade da terrinha indo à Londres, mas não verão tantas coisas diferentes e tradicionais como podem encontrar nesses lugares pitorescos, onde a arquitetura e cultura são tipicamente inglesas.
Londres continua se destacando pelos maravilhosos parques e jardins, que contrastam com o cimento clássico dos grandes centros urbanos. Da mesma forma Oxford, Cambridge, Greenwich, Bath e cia não deixam a desejar em cada uma de suas atrações. Mas vale lembrar que, assim como viver, inovar é preciso...E, por quê não dizer : Eu preciso?Sim, porque I do!
E no momento propaganda de hoje: Mais informações vide google, o então chamado 'pai de todos'.